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 [FIC]Você nunca saberá o jeito que suas palavras me assombram... Parte 1 de2

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Lisbeth Vannucci
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MensagemAssunto: [FIC]Você nunca saberá o jeito que suas palavras me assombram... Parte 1 de2   Seg Jun 11, 2012 1:31 pm

Titulo: Você nunca saberá o jeito que suas palavras me assombram... Parte 1
Autor: Savannah W. Delacour
Gênero: Romance

Shipper: Amy e Damon.

24 de dezembro

  Luzes ficam a piscar... A neve tão alva parecia decorar a fachada de sua casa. E eu, tão próxima da porta, mas ao mesmo tempo tão longe de você. Meus pés descalços queimam ao tocar a neve. Meu rosto ao sentir o vento, parece paralisar. Terei mesmo que viver essa maldição pelo resto da minha vida? Não poderei te amar? Meu corpo nu, e no momento completamente arrepiado, não demonstrava frio, não demonstrava vida. Se uma coisa que eu pudesse pedir nesse natal, era o seu calor, o seu amor, era simplesmente, você.
  Maltida maldição. Tudo isso por mero ciúme...
  “Eu nunca deixarei de te amar, com você irei até os confins da Terra...” Sua aconchegante voz ecoava na minha mente. “Nada, nem ninguém ira separar você de mim.” “Nada?” “Nada mesmo!” Você nunca saberá o quanto suas palavras me assombram. Você sempre me amará mesmo? E iria comigo até mesmo... no Inferno?
  Ouço passos se aproximar. Começo a correr. A queimação em minha pele aumentava. Claro, eles eram aqueles que me prendem. Aqueles que acabaram com minha vida. Até então, com uma súbita força, bato em algo. Melhor alguém. Há cinco anos que não tinha esse contato com um humano. Levanto minha cabeça para observá-lo melhor. É ele, só pode ser ele. Reconheceria seu rosto mesmo depois de mil anos. Cada parte do meu corpo, sem nenhuma proteção, em contato com ele parecia queimar a mais de 1000 C°.
  Ele, com um rosto assustado, percebe minha nudez e tenta ver meu rosto afastando as mechas que insistiam de escondê-lo. Mas antes mesmo de consegui olhar meu rosto, os passos voltam novamente. Levantei-me num salto e o agarrei pela mão. Enquanto corríamos pelo bosque escuro e gelado, nossas mãos não se desgrudaram um segundo. Por mais que aquela queimação doesse, eu irei aguentá-lo. Faz cinco anos que não se vemos e duvido que iríamos se ver tão cedo novamente.
  Chegamos em uma caverna, e mesmo contra minha vontade, soltei sua mão. Ele, atordoado, senta em um canto da caverna apoiando-se em seus joelhos. Sento-me e tento me cobrir com minhas mãos. Fecho meus olhos, e como um flashback, tudo volta a minha mente.

  “Natal de 2006, Califórnia.
  -Nem acredito que faz dois anos que namoramos.
  -Nem eu... Parece muito mais tempo. – ele me beija com serenidade e diz:
  -Feliz natal.
  -Um ótimo nat... – tudo fica escuro, perco a minha respiração e desmaio.”

  -No que você ta pensando? – sua voz, agora (depois de cinco anos) roca, interrompe meus pensamentos.
  -Nada. – minha voz sai desgastada, afinal não a usava há uns quatro anos, quando aceitei o meu triste fim. Até me surpreendi, lembrando que tinha voz.
  Não parava de olhar para o chão. E não sei porque, ele insistia de permanecer lá. Me olhando atentamente. Sinto algo me cobrir, ele havia tirado seu casaco e me cobrira. E aproveitando a oportunidade, ele afasta o cabelo que tampava o meu rosto e finalmente consegue vê-lo. Com um sorriso, ele sussurra meu nome e ao mesmo tempo, ele balançava a cabeça como que tentando acordar de um sonho ruim, ainda segurando meu rosto pra cima, para poder vê-lo.
  Eu não sabia o que fazer, o seu olhar me penetrando parecia que estávamos compartilhando tudo. Parecia que ele conseguia ver cada tristeza e sofrimento passado destes cinco anos que passei, e endenter cada um deles. E eu conseguia ver como ele podia ser feliz com tudo que ele tinha. Mas ele era infeliz, ele tinha tudo, menos uma família.
  Ele sussurra meu nome novamente. Mas agora com uma certeza. Ele me abraça. Um abraço longo. O contato de nossas peles queimava. E nesse abraço, novamente fecho meus olhos e em minha mente vem outro flashback.

  “Natal de 2006, Califórnia.
  Volto a respirar. Estava trancafiada dentro de um enorme tubo de água. Água, não. Um... liquido verde. Estava nua, completamente nua. Minha cabeça doía. Olhei em volta e avisto um vasto laboratório. Chega então duas pessoas, de jalecos brancos e engomados. E um deles... era meu pai. Meu pai era um dos maiores cientistas da cidade. Quero dizer, é. Ninguém nunca soube o que ele faz de verdade.”
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